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POLÍTICA NACIONAL

Conservadores: conheça o partido que Eduardo Bolsonaro quer criar e levar o pai

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Jair Bolsonaro e os filhos Carlos, Flávio e EDuardo arrow-options
Reprodução/Flickr

Família Bolsonaro pode criar seu próprio partido


A crise entre o presidente Jair Bolsonaro e o PSL pode levar o Brasil a ter um novo partido político. Sonho do deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, o Conservadores quer atrair parlamentares e idealizadores que acreditem na moralidade cristã e na propriedade privada como princípios para a política no Brasil.

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Em matéria publicada nesta quarta-feira (9) pelo jornal O Globo , a minuta da criação dos Conservadores é divulgada e aponta que o partido será fundado na “moralidade cristã, a vida a partir da concepção, a liberdade e a propriedade privada”. A sigla ainda pretende ser uma voz para a liberdade da defesa individual e na defesa do porte de armas.

A ideia de Eduardo Bolsonaro em criar um partido próprio nasceu em 2018, quando o pai Jair Bolsonaro ainda não tinha se filiado ao PSL e procurava uma sigla para sair candidato a Presidente da República. Bolsonaro, que na época era filiado ao PSC, chegou a flertar com o PEN (que viraria Patriota justamente para abrigar o capitão reformado), mas acabou convcencido a ir para o PSL.

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Temendo que não alcançasse um partido que defendesse realmente as causas de Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro começou a falar com aliados para a criação do Conservadores. O sonho, porém, ficou na gaveta depois da filiação ao PSL.

Para criar um partido no Brasil é necessário reunir 101 fundadores de pelo menos nove estados diferentes da federação. Além disso, é preciso conseguir 500 mil assinaturas (correspondente a 0,5% do representado pela Câmara dos Deputados). Depois, é preciso escolher os diretores partidários de cada estado e apresentar ao Tribunal Superior Eleitoral. 

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Fonte: IG Política
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POLÍTICA NACIONAL

Relator retira indiciamento de Lula e Dilma na CPI do BNDES

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Lula e Dilma arrow-options
Twitter/Dilma/Reprodução

A ex-presidenta Dilma ao lado do ex-presidente Lula.

O deputado Altineu Cortês, relator da CPI do BNDES, retirou o indiciamento dos ex-presidentes Lula e Dilma . Além dos petistas, também foram removidos os indícios ligados à JBS do parecer final. 

A sessão , que acontece nesta quarta-feira (16) na Câmara dos Deputados, em Brasília, está em andamento .

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O argumento utilizado por Cortês para retirar os indiciamentos é evitar que a CPI ‘termine em pizza’. Isso por conta do risco de o relatório ser derrubado e a comissão ser finalizada sem nenhum indiciamento.

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O Centrão e o PT articulavam para retirar Dilma e Lula do relatório, de acordo com informações apuradas pelo portal O Antagonista.

Os parlamentares Sanderson, Paula Belmonte, Lucas Redecker e Kim Kataguiri vão apresentar votos em separado, com indicações para o indiciamento dos petistas. 

Fonte: IG Política
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POLÍTICA NACIONAL

Deputada do PSL “confessa” candidaturas laranjas ao tentar acusar adversários

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Deputada do PSL%2C Soraya Manato arrow-options
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Deputada do PSL, Soraya Manato (ES) “confessou” que houve candidaturas laranjas no partido ao tentar acusar adversários

A deputada Soraya Manato (PSL-ES) foi ao microfone na Câmara na noite desta terça-feira (15) para tentar atacar adversários e afirmou que todos os partidos utilizaram a prática de ” candidaturas laranjas ” nas eleições de 2018, mas acabou por admitir que a legenda da qual faz parte utilizou o expediente. A declaração foi feita no mesmo dia em que o  presidente da legenda, Luciano Bivar, foi alvo de uma operação da Polícia Federal que investiga a prática em Pernambuco.

Ela começou sua fala lendo um estudo feito pelas professoras Malu Gatto, da University College London, e Kristin Wyllie, da James Madison University, e divulgado pela BBC Brasil , que apontava a possibilidade de a irregularidade ter sido realizada por vários partidos. Segundo o estudo, no PSL a suspeita é que 15,9% das candidatas mulheres serem, na verdade, laranjas.

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O percentual seria de 11% no PT, 10,5% no PP, 15,6% no PSDB e as suspeitas se aplicariam a quase todos os partidos. Soraya Manato usou esses dados para dizer que seu partido não poderia ser atacado e acabou por confirmar a prática.

“Pessoal da esquerda, não tem ninguém santo aqui dentro não, tá? Tem laranja em tudo que é partido. Aqui no PSL tiveram os candidatos laranja, mas a grande maioria foi eleita honestamente”, disse a parlamentar.

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A “confissão” de Soraya Manato ganhou as redes sociais. Até agora, o PSL tem negado as acusações. Segundo as investigações, mulheres eram inscritas como candidatas, recebiam recursos do fundo eleitoral, mas o montante era gasto em campanhas de candidatos homens. A prática teria sido usada porque na eleição passada vigorou uma obrigatoriedade de destinar 30% dos recursos para mulheres.

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Fonte: IG Política
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