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MATO GROSSO

Perícia aponta que sobrepeso causou desabamento do telhado de loja

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A perícia criminal de Engenharia Legal, realizada pela Politec, constatou que o excesso de peso decorrente da sobreposição de telhas sobre o telhado das Lojas Americanas dentro do shopping de Tangará da Serra causou o desabamento da estrutura nesta terça-feira (30.07).  O telhado passava por reforma para a substituição das telhas antigas quando ocorreu o desabamento. No local, foi constatado que telhas novas folham empilhadas sobre as antigas inadequadamente, causando sobrecarga em determinados pontos da estrutura.

A análise foi realizada pelo perito oficial criminal, Marivaldo Rocha, com o objetivo de apurar a causa do incidente. “Devido ao excesso de peso nas tesouras – estrutura metálica que recebe o peso da cobertura – uma delas entrou em colapso e puxou as demais em efeito dominó. Essas tesouras ao cair puxaram a estrutura de concreto onde se apoiavam e estas também vieram a cair sobre o piso”, explicou,

O laudo pericial deverá ser concluído no prazo legal de 10 dias, e irá contatar se as normas técnica de engenharia foram estavam em conformidade. No local, os peritos também irão avaliar a constatação de danos da estrutura.

Conforme o perito Marivaldo Rocha, apesar da dimensão dos danos, a estrutura geral do shopping não foi prejudicada, concentrando-se apenas na loja onde ocorreu o fato, não ocasionando o risco de novos colapsos.  

O Corpo de Bombeiros Militar verificou que havia duas vítimas com escoriações e uma terceira estava embaixo dos escombros. A equipe contou com o apoio do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) para a retirada da terceira vítima que foi encaminhada ao hospital com suspeitas de fraturas e perda de dentes, porém estava consciente. As outras duas vítimas foram encaminhadas à UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) da região.

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MATO GROSSO

Defesa Civil estadual faz vistoria técnica após erosão e risco de deslizamento em Nova Poxoréu

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A Defesa Civil de Mato Grosso realizou, nesta sexta-feira (13.2), uma vistoria técnica no Distrito de Nova Poxoréu, em Poxoréu (a 260 km de Cuiabá), após a identificação de uma erosão causada pelas fortes chuvas registradas na região desde o início deste mês.

Em uma força-tarefa mobilizada pelas Prefeituras de Poxoréu e Primavera do Leste, a equipe estadual realizou o levantamento preliminar dos danos e avaliou o grau de risco para as residências próximas ao local. A vistoria envolveu imagens aéreas com drone, a identificação das casas na região e uma análise inicial das condições de drenagem e do escoamento da água da chuva.

Após a vistoria no Distrito, a equipe da Defesa Civil Estadual também se reuniu com representantes das prefeituras para alinhar medidas emergenciais e soluções estruturais para conter o avanço da erosão.

Os agentes estaduais prestaram apoio técnico aos municípios para decretação de situação de emergência e solicitação de homologação do Governo Federal. Os municípios também foram orientados a elaborar planos de trabalho para obras de contenção e recuperação da área.

A Defesa Civil do Estado segue monitorando a área, especialmente devido à previsão de continuidade das chuvas na região, e orientando os municípios.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Cemulher-MT explica protocolo “Não é Não” e alerta sobre selo Mulher Segura

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A imagem apresenta um cartaz digital da campanha “Protocolo Não é Não”, com fundo azul e letras grandes em branco e rosa destacando a mensagem principal. Há corações e traços desenhados ao redor, reforçando o respeito e o combate ao abuso. Na parte inferior aparecem os logos do PJMTOs blocos de carnaval já estão nas ruas e a campanha “Não é Não” ganha ainda mais visibilidade em Mato Grosso. A iniciativa é apoiada pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar no âmbito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (Cemulher-MT), e tem como base a Lei nº 14.786/2023, que criou o Protocolo “Não é Não”, em vigor desde junho de 2024.

A coordenadora da Cemulher-MT, desembargadora Maria Erotides Kneip, explica que o Judiciário tem atuado para que os municípios estejam preparados para cumprir a legislação.

“O Tribunal de Justiça trabalhou para que os municípios tivessem suas redes municipais de enfrentamento à violência contra a mulher organizadas e pudessem estar a postos para cumprir o protocolo ‘Não é Não’, que decorre da Lei 14.786. Hoje em dia, eventos, casas noturnas e festas com venda de bebida alcoólica precisam ser ambientes seguros para as mulheres”, relata a magistrada.

A legislação determina que esses estabelecimentos devem adotar medidas de prevenção e acolhimento. Entre elas, a capacitação de funcionários para identificar situações de risco e agir rapidamente diante de possíveis casos de importunação ou violência.

“As mulheres precisam saber se o evento que vão frequentar possui o selo Mulher Segura. Nesses locais, os trabalhadores são treinados para proteger a mulher e agir de forma adequada em situações de violência”, reforça a desembargadora.

Onde termina a cantada e começa o assédio?

Durante o Carnaval, a linha entre paquera e importunação precisa estar muito clara. Segundo a magistrada, a fronteira está entre o consentimento e o constrangimento.

“O limite é o constrangimento. A partir do momento em que a mulher diz ‘não’, ou manifesta de alguma forma que não quer aproximação ou toque, não há mais espaço para insistência. Quando esse limite é ultrapassado, passa a ser crime”, destacou.

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Ela lembra que o artigo 215-A do Código Penal tipifica a importunação sexual, prevendo pena e possibilidade de prisão.

Mais do que uma campanha, o “Não é Não” é uma orientação prática: respeito é regra, consentimento é indispensável. E Carnaval seguro é aquele em que a diversão não fere os direitos de ninguém.

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Cemulher alerta que campanha “Não é não” é permanente e deve ser reforçada no Carnaval

Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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