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Mato Grosso desenvolve variedade genética de maracujá com melhor qualidade

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Pesquisadores de Mato Grosso desenvolveram nova variedade de maracujá, através de financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapemat). A nova variedade possui seleção genética diferenciada para se adaptar ao solo e clima da região e, com isso, produzir frutos de melhor qualidade.

As pesquisas são desenvolvidas há cerca de dez anos e, segundo o coordenador dos estudos, Willian Krause, Mato Grosso torna-se destaque na hortifruticultura, uma vez que o resultado da seleção deve atrair empresas com interesse em contratos de transferência da tecnologia.

“A Fapemat fomentou diversas pesquisas a respeito do fruto e chegamos a essa variedade que podemos considerar um sucesso. A comercialização de sementes deste maracujá trará maior produtividade do fruto e o resultado será o aumento da renda dos produtores da agricultura familiar”, comentou Krause.

Ainda de acordo com o pesquisador, Mato Grosso possui mais de 104 mil pequenas propriedades rurais e a cultura do maracujá é ideal para estas propriedades por ter um alto rendimento financeiro em pequenas áreas.

Para fomentar e divulgar o resultado da pesquisa, nos dias 22 e 23 de agosto será realizada a 2ª Feira Estadual de Horticultura, em Tangará da Serra, no campus da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat). Além da apresentação da nova variedade de maracujá, o evento trará palestras com temas ligados às soluções empreendedoras do campo.

Também serão oferecidas oficinas nas áreas da agricultura familiar, giro tecnológico nas estações de frutas e hortaliças, tecnologia e irrigação, agronegócio brasileiro e aproveitamento de alimentos.

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MATO GROSSO

Defesa Civil estadual faz vistoria técnica após erosão e risco de deslizamento em Nova Poxoréu

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A Defesa Civil de Mato Grosso realizou, nesta sexta-feira (13.2), uma vistoria técnica no Distrito de Nova Poxoréu, em Poxoréu (a 260 km de Cuiabá), após a identificação de uma erosão causada pelas fortes chuvas registradas na região desde o início deste mês.

Em uma força-tarefa mobilizada pelas Prefeituras de Poxoréu e Primavera do Leste, a equipe estadual realizou o levantamento preliminar dos danos e avaliou o grau de risco para as residências próximas ao local. A vistoria envolveu imagens aéreas com drone, a identificação das casas na região e uma análise inicial das condições de drenagem e do escoamento da água da chuva.

Após a vistoria no Distrito, a equipe da Defesa Civil Estadual também se reuniu com representantes das prefeituras para alinhar medidas emergenciais e soluções estruturais para conter o avanço da erosão.

Os agentes estaduais prestaram apoio técnico aos municípios para decretação de situação de emergência e solicitação de homologação do Governo Federal. Os municípios também foram orientados a elaborar planos de trabalho para obras de contenção e recuperação da área.

A Defesa Civil do Estado segue monitorando a área, especialmente devido à previsão de continuidade das chuvas na região, e orientando os municípios.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Cemulher-MT explica protocolo “Não é Não” e alerta sobre selo Mulher Segura

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A imagem apresenta um cartaz digital da campanha “Protocolo Não é Não”, com fundo azul e letras grandes em branco e rosa destacando a mensagem principal. Há corações e traços desenhados ao redor, reforçando o respeito e o combate ao abuso. Na parte inferior aparecem os logos do PJMTOs blocos de carnaval já estão nas ruas e a campanha “Não é Não” ganha ainda mais visibilidade em Mato Grosso. A iniciativa é apoiada pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar no âmbito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (Cemulher-MT), e tem como base a Lei nº 14.786/2023, que criou o Protocolo “Não é Não”, em vigor desde junho de 2024.

A coordenadora da Cemulher-MT, desembargadora Maria Erotides Kneip, explica que o Judiciário tem atuado para que os municípios estejam preparados para cumprir a legislação.

“O Tribunal de Justiça trabalhou para que os municípios tivessem suas redes municipais de enfrentamento à violência contra a mulher organizadas e pudessem estar a postos para cumprir o protocolo ‘Não é Não’, que decorre da Lei 14.786. Hoje em dia, eventos, casas noturnas e festas com venda de bebida alcoólica precisam ser ambientes seguros para as mulheres”, relata a magistrada.

A legislação determina que esses estabelecimentos devem adotar medidas de prevenção e acolhimento. Entre elas, a capacitação de funcionários para identificar situações de risco e agir rapidamente diante de possíveis casos de importunação ou violência.

“As mulheres precisam saber se o evento que vão frequentar possui o selo Mulher Segura. Nesses locais, os trabalhadores são treinados para proteger a mulher e agir de forma adequada em situações de violência”, reforça a desembargadora.

Onde termina a cantada e começa o assédio?

Durante o Carnaval, a linha entre paquera e importunação precisa estar muito clara. Segundo a magistrada, a fronteira está entre o consentimento e o constrangimento.

“O limite é o constrangimento. A partir do momento em que a mulher diz ‘não’, ou manifesta de alguma forma que não quer aproximação ou toque, não há mais espaço para insistência. Quando esse limite é ultrapassado, passa a ser crime”, destacou.

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Ela lembra que o artigo 215-A do Código Penal tipifica a importunação sexual, prevendo pena e possibilidade de prisão.

Mais do que uma campanha, o “Não é Não” é uma orientação prática: respeito é regra, consentimento é indispensável. E Carnaval seguro é aquele em que a diversão não fere os direitos de ninguém.

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Cemulher alerta que campanha “Não é não” é permanente e deve ser reforçada no Carnaval

Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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