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Estação Elevada de Esgoto do Tijucal vai beneficiar 25 mil pessoas

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro entregou na manhã desta quarta-feira (17), a Estação Elevatória de Esgoto Tijucal. Com capacidade operacional de 80 litros por segundo, a estrutura vai beneficiar cerca de 25 mil pessoas de aproximadamente 15 localidades da região da margem direita do rio Coxipó, como Jardim Universitário, Jardim Imperial 1 e 2.

A Estação Elevada faz parte das ações de expansão e melhoria no saneamento básico da Capital mato-grossense, firmada em maio de 2018 com o Plano Emergencial dos 300 anos em Saneamento Básico, por meio de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado pela Prefeitura de Cuiabá, a Águas Cuiabá e o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT).

“Nunca na história de Cuiabá, nos 300 anos da nossa Capital se investiu tanto em saneamento básico, quanto nesta gestão. A universalização chegou, um caminho sem volta para colocar Cuiabá no ranking nacional como referência em saneamento básico, em saúde preventiva, em preservação do meio ambiente. Um passo significativo está sendo dado hoje, cumprindo a risca o cronograma discutido e aprovado, levando Cuiabá para ser um case de sucesso em humanização”, declarou o prefeito de Cuiabá.

A primeira etapa do Plano Emergencial será cumprida até o fim de 2019, quando Cuiabá terá 100% dos bairros com água tratada na torneira, 24h por dia. Nesta primeira fase, foram investidos R$ 228 milhões e mais R$ 950 milhões estão previstos até o fim de 2024, quando Cuiabá alcançará a universalização completa em saneamento básico: água sem intermitência e para toda a cidade, esgoto coletado e tratado, manejo de resíduos sólidos, e sistema de drenagem.

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“Somente esta estação elevatória de esgoto do Tijucal atenderá cerca de 25 mil pessoas, em especial os bairros mais populosos desta região, Jardim Imperial 1 e 2, Jardim Universitário, Recanto dos Pássaros, Residencial Claudio Marchetti, e tantos outros empreendimentos que crescem a passos largos na região, porque Cuiabá está se desenvolvendo. Todo esse tratamento vai nos ajudar a preservar um outro patrimônio natural que temos, que é o rio Coxipó”, comentou Pinheiro.

O diretor presidente da Águas Cuiabá, Luis Fabriani explicou que a Estação Elevatória tem a função de bombear o esgoto coletado até a estação de tratamento, no caso a do Tijucal. Isso é necessário em locais com tubulações de esgoto muito profundas, onde por baixa declividade do terreno e ação da gravidade, o esgoto coletado é impedido de prosseguir até a estação de tratamento. A estrutura elevatória do Tijucal vai evitar que o esgoto coletado seja direcionado ao rio Coxipó in natura.

“Estamos tirando 1,5 toneladas de carga orgânica do rio Coxipó. É um benefício para a saúde e bem estar da população de 15 localidades da margem direita do rio Coxipó. No fim, a natureza está ganhando, a população está convivendo em paz com a natureza nesta obra que estamos inaugurando”, explicou Fabriani.

Em três anos de gestão, a porcentagem de esgoto tratado praticamente dobrou no Município de Cuiabá, passando de 33% para atuais 57%. A meta é que, até o fim de 2019, o tratamento do esgoto chegue a 61% na Capital. 

No último dia 27 de julho, Pinheiro assinou o decreto de aprovação da Revisão do Plano Municipal de Saneamento Básico, que foi realizada considerando os termos Lei Federal nº 11.445, de 05 de janeiro de 2007. O desenvolvimento da Revisão do Plano se deu a partir do levantamento das demandas da população expostas em audiências públicas pela capital e seus distritos, com assessoria técnica da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O documento também leva em consideração a estimativa de crescimento geográfico e populacional da cidade.

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O Plano Municipal de Saneamento Básico está disponível para consulta pública em acordo com a Lei da Transparência. A próxima Revisão do Plano Municipal de Saneamento Básico de Cuiabá deverá acontecer no prazo máximo de 4 anos a partir da data de assinatura do decreto.

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CUIABÁ

Defesa Civil leva prevenção às escolas e forma multiplicadores mirins em Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Defesa Civil, realizou mais uma etapa do projeto Multiplicadores Mirins, que integra o programa Defesa Civil nas Escolas. A atividade aconteceu na EMEB Lenine de Campos Póvoas, no bairro Jardim União, com orientações sobre prevenção de queimadas, incêndios, alagamentos e preservação do meio ambiente, nesta sexta-feira (11).

O secretário municipal de Defesa Civil, coronel Alessandro Borges, destacou que o projeto busca trabalhar a conscientização desde a infância e promover uma mudança de cultura em relação à prevenção e à preservação ambiental.

“É um trabalho estruturante, da Defesa Civil com a Secretaria Municipal de Educação. É uma determinação do prefeito Abilio Brunini para trabalhar com a base, para mudar a cultura. Entendemos que esse trabalho é muito importante, porque é um trabalho de médio e longo prazo e que vai ser perene”, afirmou.

Segundo o secretário, o projeto será levado às escolas municipais das áreas urbana e rural de Cuiabá. A iniciativa aborda situações que impactam diretamente a cidade, como o aumento das queimadas e das temperaturas, a poluição do ar e os alagamentos provocados, entre outros fatores, pelo descarte irregular de lixo, que pode obstruir sistemas de drenagem.

“O aumento do calor, das queimadas, das fumaças e das partículas em suspensão traz um agravo à nossa saúde. Da mesma forma, na época da chuva, podemos ter alagamentos justamente porque o sistema de drenagem do município é bloqueado pelo excesso de lixo descartado pelas pessoas”, explicou.

Para o diretor Elias Alves de Oliveira, trabalhar a prevenção com os estudantes desde as primeiras fases da formação é uma forma de construir uma comunidade mais consciente e preparada.

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“Quando se fala em prevenção, estamos falando de prevenir tanto situações acidentais quanto queimadas e alagamentos. É muito importante esse trabalho dentro das unidades escolares para conscientizar nossos estudantes a serem guardiões mirins”, afirmou.

A proposta do Multiplicadores Mirins é transformar os estudantes em agentes de conscientização, capazes de levar para casa e para a comunidade orientações simples que ajudam na prevenção de riscos e na preservação do meio ambiente. A ação faz parte de um trabalho contínuo da Prefeitura de Cuiabá para fortalecer a cultura de prevenção nas escolas municipais.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Ponte do Boa Esperança chega a 75% e entra na reta final com instalação das vigas

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A reconstrução da ponte sobre o Córrego Fundo, no bairro Boa Esperança, atingiu cerca de 75% de execução e entrou em uma etapa decisiva. Com a infraestrutura e a mesoestrutura concluídas, as equipes da Prefeitura de Cuiabá avançam para a instalação das vigas pré-moldadas e da pré-laje. A previsão da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras é concluir todos os serviços, incluindo a pavimentação dos acessos, a sinalização e a liberação definitiva ao tráfego, nos próximos 45 dias.

O secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Edson Brasil, vistoriou a obra nesta sexta-feira (11) e destacou que a etapa mais pesada e complexa da reconstrução, que envolveu a infraestrutura e a execução da cortina de contenção, já foi concluída. Segundo ele, as vigas principais estão prontas e as próximas fases compreendem o lançamento dessas estruturas, a instalação das pré-lajes e das armaduras, a concretagem da laje e, posteriormente, a pavimentação asfáltica.

A intervenção direta e urgente da Prefeitura tornou-se necessária depois que a estrutura antiga apresentou graves problemas estruturais, com risco de desabamento. A ponte é responsável pela ligação entre o bairro Boa Esperança e a Avenida Arquimedes Pereira Lima, conhecida como Avenida do Moinho.

Nesta fase, também foi finalizado o aterro de uma das cabeceiras até a altura do pilar de sustentação. A preparação permitirá que as vigas, já disponíveis no canteiro de obras, sejam posicionadas com o auxílio de uma escavadeira hidráulica. Na sequência, serão instaladas as peças da pré-laje e montada a ferragem da laje superior.

O engenheiro Marco Farias, responsável pela reconstrução, explica que a pré-laje funciona como um forro de concreto pré-moldado colocado sobre as vigas. As peças foram produzidas no próprio local e dispensam a montagem de escoramentos, medida que contribui para dar continuidade ao serviço com mais agilidade. Sobre essa estrutura será construída a laje de rolamento, por onde passarão os veículos.

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A laje terá 20 centímetros de espessura e, depois da concretagem, deverá permanecer entre 10 e 14 dias em processo de cura, período necessário para que o concreto adquira resistência antes da abertura ao tráfego. Durante esse intervalo, as equipes trabalharão nos serviços complementares, como a ligação da ponte com as cabeceiras, a execução da pista de rolamento, dos meios-fios, das sarjetas e dos acabamentos.

Ao comentar os questionamentos relacionados ao prazo de execução, Edson Brasil explicou que a construção de uma ponte envolve serviços de certa complexidade e que boa parte da etapa inicial ocorre abaixo do nível do solo, o que dificulta a percepção do avanço dos trabalhos pela população. O secretário ressaltou ainda que, diante da necessidade de interdição imediata, a Prefeitura assumiu diretamente a reconstrução, mobilizando equipes, equipamentos e conhecimento técnico próprios, sem depender do prazo exigido por um processo tradicional de contratação.

A ocorrência que comprometeu parte da estrutura foi registrada em 4 de março, e a reconstrução começou em junho. Segundo Marco Farias, uma das etapas mais complexas foi a execução da fundação dentro da água, trabalho que se estendeu até 26 de junho e interferiu no cronograma inicialmente previsto. “Não é tão simples construir uma ponte de concreto em 90 dias. Daqui para a frente, não prevemos problemas com chuva ou falta de material”, afirmou.

Para reforçar a segurança, a parte danificada está sendo refeita com estacas metálicas cravadas a 12 metros de profundidade e interligadas por uma base de concreto, solução diferente da fundação superficial existente anteriormente. Antes da reabertura, a estrutura será inspecionada e submetida a testes com caminhões carregados da própria Secretaria. A pista foi projetada para suportar veículos de até 60 toneladas.

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De acordo com o engenheiro, a parte reconstruída poderá alcançar vida útil mínima estimada entre 40 e 50 anos, desde que receba manutenção adequada e não seja submetida a interferências anormais. Após a conclusão das etapas estruturais, dos acessos e da sinalização, a ponte será definitivamente liberada ao tráfego, restabelecendo a ligação direta entre o bairro Boa Esperança e a Avenida do Moinho.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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