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Cursos do Qualifica 300 elevam autoestima e ajudam na recuperação de doenças

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Vicente Aquino Cruz

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Os cursos ofertados pelo Programa Qualifica 300, nas unidades dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), que visam oferecer capacitação profissional às mulheres de baixa renda na Capital, estão contribuindo na recuperação de doenças e devolvendo a autoestima das participantes.

Maria Aureni é uma das alunas do curso de salgados que está sendo ministrado por instrutores do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Para ela, o curso que está sendo oferecido de forma gratuita pela Prefeitura de Cuiabá, foi “uma coisa que caiu do céu”. “Estava passando por um momento difícil na vida, pois fui vítima de violência doméstica. Por conta disso, estava em depressão e não tinha mais ânimo pra nada. Agora não, tudo é diferente. Já estou trabalhando, recebendo muitas encomendas e já obtendo meu próprio lucro. Só tenho a agradecer. O meu muito obrigado. Hoje sou uma nova mulher”, declarou.  

Dinaí Souza, 65 anos, natural do Belém do Pará, mudou para Cuiabá com o objetivo de tratar de um câncer no baço. Hoje, está na fase da recuperação, pois já alcançou a cura. “Esse curso tem me ajudado muito a enfrentar o tratamento e me recuperar cada vez mais. Antes desse curso, queria ir embora e abandonar o cuidado com a saúde. Agora não saio mais daqui, estou muito feliz por tudo que aprendi e já estou colocando em prática. Voltei a ter vontade de viver”, comentou.

Euvilany Melgueiro da Silva chegou de Manaus e também participou do curso de qualificação de salgados. Ela contou que está em Cuiabá há pouco mais de um ano e já estava preocupada por não conseguir uma oportunidade de trabalho. “No começo achei que não ia conseguir. Mas, graças a Deus cheguei até o fim e muitas portas já se abriram. Já estou conseguindo tirar uma média de R$ 600,00 por semana com pedidos e encomendas de empadas e salgados. Que Deus abençoe a vida da primeira-dama Márcia Pinheiro e do prefeito Emanuel Pinheiro”, reforçou.

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Para a coordenadora do Cras Jardim Araçá, Maria Aparecida Martins, a qualificação profissional é essencial. “Por conta da renda per capita dessas mulheres atendidas no Cras, não teriam condições de custear esses cursos profissionalizantes por falta de condições finaceiras. Essa oportunidade veio a calhar, pois estão possibilitando a essas mulheres aprenderem uma nova profissão”, declarou.

Na oportunidade, Maria Aparecida informou que uma nova turma será aberta para o curso de depilação, onde já foram ofertados cursos de salgados e designer de sobrancelha, com as atividades encerradas.  Em andamento está o curso de manicure. “Toda essa variedade de cursos e benefícios é muito gratificante a toda nossa comunidade que vem em busca de novas oportunidades. Estamos muito satisfeitos com os resultados que estão sendo atingidos”, comentou.

O curso faz parte do Programa Qualifica 300 – Edição Mulher, idealizado pela primeira-dama Márcia Pinheiro e coordenado pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Desenvolvimento Humano (Smasdh), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).

2ª EDIÇÃO – Para dar continuidade aos cursos profissionalizantes oferecidos às mulheres de baixa renda do Município, a 2ª Edição do Programa Qualifica 300 foi lançada na semana passada.

O número de vagas em relação ao ano passado mais que dobrou, subindo de 1,2 mil para 3 mil vagas destinadas a pessoas em vulnerabilidade social.

Outra inovação está na inclusão da população imigrante (venezuelanos, haitianos, entre outros) e da população em situação de rua no grupo prioritário. Os critérios para o acesso ao ensino é possuir registro no Cadastro Único, porta de entrada para os programas sociais, e ter o Número de Inscrição Social (NIS).

Na unidade do Cras Jardim Araçá já estão abertas as inscrições para o curso de Recursos Humanos.

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Defesa Civil leva prevenção às escolas e forma multiplicadores mirins em Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Defesa Civil, realizou mais uma etapa do projeto Multiplicadores Mirins, que integra o programa Defesa Civil nas Escolas. A atividade aconteceu na EMEB Lenine de Campos Póvoas, no bairro Jardim União, com orientações sobre prevenção de queimadas, incêndios, alagamentos e preservação do meio ambiente, nesta sexta-feira (11).

O secretário municipal de Defesa Civil, coronel Alessandro Borges, destacou que o projeto busca trabalhar a conscientização desde a infância e promover uma mudança de cultura em relação à prevenção e à preservação ambiental.

“É um trabalho estruturante, da Defesa Civil com a Secretaria Municipal de Educação. É uma determinação do prefeito Abilio Brunini para trabalhar com a base, para mudar a cultura. Entendemos que esse trabalho é muito importante, porque é um trabalho de médio e longo prazo e que vai ser perene”, afirmou.

Segundo o secretário, o projeto será levado às escolas municipais das áreas urbana e rural de Cuiabá. A iniciativa aborda situações que impactam diretamente a cidade, como o aumento das queimadas e das temperaturas, a poluição do ar e os alagamentos provocados, entre outros fatores, pelo descarte irregular de lixo, que pode obstruir sistemas de drenagem.

“O aumento do calor, das queimadas, das fumaças e das partículas em suspensão traz um agravo à nossa saúde. Da mesma forma, na época da chuva, podemos ter alagamentos justamente porque o sistema de drenagem do município é bloqueado pelo excesso de lixo descartado pelas pessoas”, explicou.

Para o diretor Elias Alves de Oliveira, trabalhar a prevenção com os estudantes desde as primeiras fases da formação é uma forma de construir uma comunidade mais consciente e preparada.

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“Quando se fala em prevenção, estamos falando de prevenir tanto situações acidentais quanto queimadas e alagamentos. É muito importante esse trabalho dentro das unidades escolares para conscientizar nossos estudantes a serem guardiões mirins”, afirmou.

A proposta do Multiplicadores Mirins é transformar os estudantes em agentes de conscientização, capazes de levar para casa e para a comunidade orientações simples que ajudam na prevenção de riscos e na preservação do meio ambiente. A ação faz parte de um trabalho contínuo da Prefeitura de Cuiabá para fortalecer a cultura de prevenção nas escolas municipais.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Ponte do Boa Esperança chega a 75% e entra na reta final com instalação das vigas

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A reconstrução da ponte sobre o Córrego Fundo, no bairro Boa Esperança, atingiu cerca de 75% de execução e entrou em uma etapa decisiva. Com a infraestrutura e a mesoestrutura concluídas, as equipes da Prefeitura de Cuiabá avançam para a instalação das vigas pré-moldadas e da pré-laje. A previsão da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras é concluir todos os serviços, incluindo a pavimentação dos acessos, a sinalização e a liberação definitiva ao tráfego, nos próximos 45 dias.

O secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Edson Brasil, vistoriou a obra nesta sexta-feira (11) e destacou que a etapa mais pesada e complexa da reconstrução, que envolveu a infraestrutura e a execução da cortina de contenção, já foi concluída. Segundo ele, as vigas principais estão prontas e as próximas fases compreendem o lançamento dessas estruturas, a instalação das pré-lajes e das armaduras, a concretagem da laje e, posteriormente, a pavimentação asfáltica.

A intervenção direta e urgente da Prefeitura tornou-se necessária depois que a estrutura antiga apresentou graves problemas estruturais, com risco de desabamento. A ponte é responsável pela ligação entre o bairro Boa Esperança e a Avenida Arquimedes Pereira Lima, conhecida como Avenida do Moinho.

Nesta fase, também foi finalizado o aterro de uma das cabeceiras até a altura do pilar de sustentação. A preparação permitirá que as vigas, já disponíveis no canteiro de obras, sejam posicionadas com o auxílio de uma escavadeira hidráulica. Na sequência, serão instaladas as peças da pré-laje e montada a ferragem da laje superior.

O engenheiro Marco Farias, responsável pela reconstrução, explica que a pré-laje funciona como um forro de concreto pré-moldado colocado sobre as vigas. As peças foram produzidas no próprio local e dispensam a montagem de escoramentos, medida que contribui para dar continuidade ao serviço com mais agilidade. Sobre essa estrutura será construída a laje de rolamento, por onde passarão os veículos.

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A laje terá 20 centímetros de espessura e, depois da concretagem, deverá permanecer entre 10 e 14 dias em processo de cura, período necessário para que o concreto adquira resistência antes da abertura ao tráfego. Durante esse intervalo, as equipes trabalharão nos serviços complementares, como a ligação da ponte com as cabeceiras, a execução da pista de rolamento, dos meios-fios, das sarjetas e dos acabamentos.

Ao comentar os questionamentos relacionados ao prazo de execução, Edson Brasil explicou que a construção de uma ponte envolve serviços de certa complexidade e que boa parte da etapa inicial ocorre abaixo do nível do solo, o que dificulta a percepção do avanço dos trabalhos pela população. O secretário ressaltou ainda que, diante da necessidade de interdição imediata, a Prefeitura assumiu diretamente a reconstrução, mobilizando equipes, equipamentos e conhecimento técnico próprios, sem depender do prazo exigido por um processo tradicional de contratação.

A ocorrência que comprometeu parte da estrutura foi registrada em 4 de março, e a reconstrução começou em junho. Segundo Marco Farias, uma das etapas mais complexas foi a execução da fundação dentro da água, trabalho que se estendeu até 26 de junho e interferiu no cronograma inicialmente previsto. “Não é tão simples construir uma ponte de concreto em 90 dias. Daqui para a frente, não prevemos problemas com chuva ou falta de material”, afirmou.

Para reforçar a segurança, a parte danificada está sendo refeita com estacas metálicas cravadas a 12 metros de profundidade e interligadas por uma base de concreto, solução diferente da fundação superficial existente anteriormente. Antes da reabertura, a estrutura será inspecionada e submetida a testes com caminhões carregados da própria Secretaria. A pista foi projetada para suportar veículos de até 60 toneladas.

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De acordo com o engenheiro, a parte reconstruída poderá alcançar vida útil mínima estimada entre 40 e 50 anos, desde que receba manutenção adequada e não seja submetida a interferências anormais. Após a conclusão das etapas estruturais, dos acessos e da sinalização, a ponte será definitivamente liberada ao tráfego, restabelecendo a ligação direta entre o bairro Boa Esperança e a Avenida do Moinho.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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